domingo, 20 de abril de 2014


Esse é um dos filmes mais lindo e emocionante que já assisti.

Aqui vai o Link para quem desejar assistir ao filme completo;
http://vimeo.com/24175264

sábado, 19 de abril de 2014

SURDOCEGUEIRA E DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA

DIFERENÇA ENTRE SURDOCEGUEIRA E DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA

                                    Ana Cláudia de Melo Lima

SURDOCEGUEIRA         
      

                 A surdocegueira é uma deficiência única em que a pessoa apresenta uma perda visual e auditiva. É considerado surdocego a pessoa que apresenta essas duas limitações independe do grau da perda de um ou outro sentido.
                A surdocegueira pode ser congênita ou adquirida e não é considerada como Deficiência Múltipla.
CONGENITA: é surdocego congênito aquele que nasce com esta deficiência.

CAUSAS DA SURDOCEGUEIRA CONGÊNITA:

ü  Origem pré-natal - *Rubéola Materna, Toxoplasmose, *Drogas teratogênicas (são as drogas capazes de causar malformação no feto quando tomadas durante a gravidez), Incompatibilidade sanguínea.
ü   Lesões neonatais - Prematuridade, Anóxia,

Origem genética - Síndrome de Usher (é uma doença genética que causa surdez e cegueira)*Síndrome Charge (é uma síndrome causada por defeitos genéticos).
*A síndrome CHARGE é a principal causa de surdocegueira congênita.
*Sendo a mais frequente entre essas a rubéola materna.

ADQUIRIDA: A pessoa nasce ouvinte e vidente, surda ou cega e por fatores diversos adquire a surdocegueira.

CAUSAS DA SURDOCEGUEIRA ADQUIRIDA

ü  Infecções: Meningite, Sarampo, Otites Graves, Sífilis,
ü  Acidentes, tumorações, etc.
TIPOS DE SURDOCEGUEIRA:

ü  Cegueira congênita e surdez adquirida
ü  Surdez congênita e cegueira adquirida
ü  Cegueira e surdez congênita
ü  Cegueira e surdez adquirida
ü  Baixa visão com surdez congênita ou adquirida                      



                                    Método Tadoma                                              
                   
           









DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA SENSORIAL    


                  É a deficiência auditiva ou a deficiência visual associada a outras deficiências (mental e/ou física), como também a distúrbios (neurológico, emocional, linguagem e desenvolvimento global) que causam atraso no desenvolvimento educacional, vocacional, social e emocional, dificultando a sua autossuficiência. 


TIPOS DE DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA SENSORIAL

ü  Surdez com deficiência mental leve ou severa
ü  Surdez com distúrbios neurológicos, de conduta e emocionais.
ü  Surdez com deficiência física (leve ou severa)
ü  Baixa visão com deficiência mental leve ou severa
ü  Baixa visão com distúrbios neurológicos, emocionais e de linguagem e conduta.
ü  Baixa visão com deficiência física (leve ou severa)
ü  Cegueira com deficiência física (leve ou severa)
ü  Cegueira com deficiência mental (leve ou severa)
ü  Cegueira com distúrbios emocionais, neurológicos, conduta e linguagem.

  

NECESSIDADES BÁSICAS DAS PESSOAS COM SURDOCEGUEIRA E COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA NO DESENVOLVIMENTO DA COMUNICAÇÃO.

                 É primordial o desenvolvimento do esquema corporal das pessoas com surdocegueira ou deficiência múltipla, para que ela possa se percebe r bem como perceber o meio que a cerca. Para isso se faz necessário buscar a verticalidade, o equilíbrio postural, articulação e harmonização dos seus movimentos e autonomia, e ainda aperfeiçoar a sua coordenação Visio motora e motora ampla e fina.
                 Quando as pessoas com surdocegueira ou deficiência múltipla não apresentam grandes dificuldades motoras, elas devem ser estimuladas a usarem as mãos para diminuírem as estereotipias e também favorecerem o uso de ambas, facilitando assim o desenvolvimento de uma estrutura de Comunicação. Entretanto deve-se levar em consideração o tempo de cada um, pois cada indivíduo tem seu próprio tempo no processo de aprendizagem.
                  Ainda eles podem se utilizarem dos resíduos visuais, do tato e olfato para estabelecerem um sistema de comunicação e na escola e no AEE o professor observa qual dos recursos é mais favorável para ser utilizado com o meio de comunicação para o seu aprendizado.
            
  



Referencias: 

BOSCO, Ismênia C. M. G.; MESQUITA, Sandra R. S. H.; MAIA, Shirley R. Coletânea UFC-MEC/2010: A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar - Fascículo 05: Surdocegueira e Deficiência Múltipla (2010). 
http://www.vezdavoz.com.br/site/deficiencia_multipla.php


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sábado, 8 de março de 2014

A INCLUSÃO ESCOLAR DA PESSOA COM SURDEZ

                              



                                  É na escola que se tem o primeiro contato social fora do ambiente familiar, onde se aprende a relacionar com as pessoas e com as diferentes situações.
                                E é na escola também que muitas vezes ocorre um dos momentos mais difíceis quando se trata da inclusão das Pessoas com Surdez, pois a falta da comunicação oral assusta e muitas vezes criam barreiras que prejudicam o processo de educação das Pessoas com surdez, mas com sensibilidade e acima de tudo estrutura essa inclusão pode ocorrer de fato.
                                 A inclusão das Pessoas com Surdez deve ocorrer desde a educação infantil até o ensino superior, e para isso é necessário que se os recursos humanos necessários, recursos esses que podemos citar como os professores de AEE de Libras, em Libras em Língua Portuguesa Escrita   e os interpretes.
                                 Precisa-se ver a importância do Bilinguismo na educação das Pessoas com surdez, e acima de tudo reconhecer que a língua de sinais é a sua primeira língua.



                       O Decreto Nº. 5626/05 que no seu artigo 1º regulamentou a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002
                                                 
 Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.     
                 
                                      Nesse mesmo decreto lei ainda dá as orientações para a formação dos professores e interpretes e das escolas bilíngües no seu Art. 22, incisos I e II:

I – Escola e classes de educação bilíngue, abertas a alunos surdos e ouvintes, com professores bilíngues na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental;
II – Escolas bilíngues ou escolas comuns do ensino regular, abertas aos alunos surdos e ouvintes, para os anos finais do ensino fundamental, ensino médio ou educação profissional, com docentes das diferentes áreas do conhecimento cientes da singularidade lingüística dos alunos surdos, bem como com a presença de tradutor/intérprete de Libras e Língua Portuguesa.                                
                                       É o que vemos escritos na lei é muito claro e preciso, mas é pena que na nossa realidade isso não aconteça, pois o vemos na educação das pessoas com surdez é uma ação excludente no sistema educacional brasileiro, onde as escolas não estão preparadas para receber esse público, simplesmente por não ter profissionais preparados.                                                
                      

                                                  
                
   

Referências: 

DAMÁZIO, Mirlene F. M. Atendimento Educacional Especializado: Pessoa com surdez. Curitiba: CROMOS, 2007.


BRASIL. 
O Decreto Nº. 5626/05 
 Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002


sábado, 23 de novembro de 2013

AUDIODESCRIÇÃO

"A descrição de imagens é a tradução em palavras, a construção de retrato verbal de pessoas, paisagens, objetos, cenas e ambientes, sem expressar julgamento ou opiniões pessoais a respeito. "


NOTA TÉCNICA Nº 21 / 2012 / MEC / SECADI /DPEE





                Este recurso tecnológico possibilita conhecer cenários e ambientes, figurinos, expressões faciais, linguagem corporal, entrada e saída de personagens de cena, bem como outros tipos de ação, utilizados em televisão, cinema, teatro, museus, exposições e outras formas artísticas, de forma a complementar o sentido da manifestação artístico-cultural, para o invisual.

                    Através da audiodescrição o deficiente visual poderá frequentar sessões de cinema, teatro e demais espetáculos, visitar museus, exposições e mostras da forma mais plena possível (sem que o restante público seja importunado, pois a audiodescrição é direcionada através de fones). 

                       A audiodescrição é, assim, a arte de transformar aquilo que é visto no que é ouvido e permite inserir uma parcela da sociedade até então excluída deste tipo de ações diárias e importantes para o desenvolvimento cultural de qualquer cidadão.




                          



                          Como recurso pedagógico a audiodescrição pode ser feita pelo próprio professor durante a aula, descrevendo a sala de aula, as ilustrações em livros didáticos e paradidáticos, mapas e eventos que aconteçam na sala de aula, na escola ou em passeios, tais como: apresentações de peças, exposições e visitas culturais, feiras de conhecimentos, entre outros. Para isso não se faz necessário de equipamentos específicos ou treinamento prévio, mas perceber a importância de verbalizar aquilo que é visto, favorecendo dessa forma a inclusão dos alunos com cegueira e baixa visão.
                    A audiodescrição na escola permite a nivelação das oportunidades, eliminando barreiras e tornando acessível o mundo das imagens.







Curta Cinema - Vida Maria (Audiodescrito)

domingo, 20 de outubro de 2013

Caça Palavras Reciclado






fonte :http://professorphardal.blogspot.com.br/2012_05_01_archive.html



                                                CAÇA PALAVRAS RECICLADO





              Jogos que envolvem a formação de palavras são ferramenta pedagógicas imprescindíveis no processo de ensino aprendizagem.
               No caça palavras podemos trabalhar a atenção e a concentração dos alunos com DI, mesmo que eles ainda não  estejam alfabetizados, pois eles podem descobrir as palavras através da comparação das letras ou sílabas iniciais.