quarta-feira, 19 de junho de 2013

AEE_ Analise de Pesquisa

AEE_ Analise de Pesquisa
Ana Cláudia de Melo Lima Castro        


               O que observamos é que nos últimos anos a inclusão das pessoas com deficiências teve uma crescimento visível, como se pode observar pelo censo do INEP de 2012, temos um percentual de 91% de alunos incluídos nas classe  regulares de ensino da rede pública contra apenas 9% nas classes especiais e Escolas Exclusivas( educacenso - Censo da Educação Básica 2012- dezembro 2012) .
                         Decreto Nº. 7611 de 17 de novembro de 2011, diz que é  dever do Estado garantir o sistema educacional inclusivo em todos os níveis e sem exclusões, bem como o atendimento Educacional Especializado para o público-alvo da educação especial, alunos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, para que sejam “eliminadas as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização” desses estudantes, mas o que na está nossa realidade é bem diferente, realmente está se fazendo a inclusão, mas não está se dando o apoio necessário aos profissionais que lidam com esses alunos diariamente nas escolas, nem os professores da sala regular, nem os de AEE, as sala de recurso são insuficientes para o quantitativo de alunos existentes, os materiais idem, muitas vezes para que o trabalho seja realizado minimamente  é preciso que os professores do AEE comprem seus materiais, não que nós não devamos ter nossos  matérias, mas não para esses materiais muitas vezes sejam os únicos que se tenham para trabalhar, pois é o que vemos na grande maioria dos casos, digo por experiência própria, a maior parte dos materiais com que trabalhos foram adquiridos por mim. E essa é realidade de outras escolas do meu município, pois alem de termos um números insuficientes de SRM, as que temos não está bem equipada, precisamos de muitos materiais  e até mesmo mobiliários. O AEE está no PPP da escola, mas os investimentos ainda deixam muito a desejar. É uma prática nossa realizar entrevistas com os pais  dos alunos e realizar formações com os  professores das salas regulares, durantes as aulas atividades, com a intenção de apoiar e esclarecer as dúvidas que esses professores possam ter   quanto aos trabalhos realizados na SRM. Ainda estamos engatinhando mas tenho certeza que as sementes estão sendo plantadas e que os frutos virão.                    

 

Pesquisa sobre Educação Especial

                       Muito interessante o texto do infoescola, que mostra o quanto está atual o tema da inclusão escolar, mas ressaltando que essa inclusão tem que ser feita com critérios e respeito aos alunos sejam eles crianças, jovens ou adultos. Mostra que para que haja uma inclusão verdadeira é preciso que a escola se adeque as necessidades desses alunos, respeitando-os   nas suas diversidades e criando condições ao seu pleno desenvolvimento, tais como as adaptações necessárias e profissionais comprometidos com esse processo, pois ainda se há a velha desculpa que não se está preparado para receber os alunos com deficiência. Ressalta também a importância da integração social desse aluno com toda a comunidade escolar, onde ele possa se desenvolver dentro do seu ritmo.



















Referencia Bibliográfica:
WERNECK, Claudia. Sociedade inclusiva: quem cabe no seu todo?

Endereços da Internet        



(http://www.infoescola.com/pedagogia/educacao-inclusiva

sexta-feira, 14 de junho de 2013

AEE_Enquetes x Pesquisas
Cursista: Ana Claudia de Melo Lima Castro
 
Recife, 14/06/2013



                      Vou  tentar analisar um pouco as diferenças entre a escola especial, a escola comum e a escola inclusiva. Nós aprendemos que escola especial é aquela se dedica a dar o atendimento as pessoas com deficiências, e recebem apenas aquele público alvo, as pessoas com deficiência, a escola comum seria aquela que receberia também um determinado público alvo, o das pessoas que não tem deficiências ou aquelas a que chamamos de “normais”, já escola inclusiva não faz distinção entre o seu público alvo, é aquela que recebe e acolhe sem diferenças todos os alunos sejam eles com deficiência ou não, e é essa “Escola” a ideal, mesmo sabendo que ainda estamos longe de alcançar uma inclusão de qualidade, mas estamos em busca de melhorias, ainda existem alguns paises que se faz uma educação exclusiva, o que não é o caso do Brasil   que tem uma Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e que inclui outros tipos de alunos, além dos que apresentam deficiências. Para essa prática inclusiva temos o AEE, que deve ser oferecido aos alunos com deficiencias transtornos e altas habilidades/superdotação.
                                No meu município (Paulista) ainda estamos engatinhando na implantação das SRM, mas observei que em relação a outros municípios da minha turma 31a     não estamos  tão defasados o quanto pensávamos, com relação a alguns recursos utilizados, pois são municípios do mesmo porte, mas também observei  que  em outros como por exemplo Abreu e Lima é visível que a quantidade de recurso utilizados e bem maior, do mesmo modo quanto ao  número de salas, pois nós estamos com déficit com relação a quantidade  de SRM.  Com as turmas de outros estados  pude ver que em Nerópolis no estado de Goiás (t01a) não tem nenhuma SRM, em Fortaleza (T19a)  são 121 SRM, me chamou atenção Salvador(T27a) com 95 salas contempladas e estão funcionando apenas 30 salas, se formos observar há disparidade muito grande quanto ao numero de SRM  nesses municípios. Porém um ponto comum a todas as pesquisas, que é o número insuficiente de SRM, para a realização do Atendimento educacional especializado. Isso é uma  semelhança que pude observar em todos, o desejo e a necessidade de mais salas.
AEE_ Analise de Pesquisa
Ana Cláudia de Melo Lima Castro        



               O que observamos é que nos últimos anos a inclusão das pessoas com deficiências teve uma crescimento visível, como se pode observar pelo censo do INEP de 2012, temos um percentual de 91% de alunos incluídos nas classe  regulares de ensino da rede pública contra apenas 9% nas classes especiais e Escolas Exclusivas( educacenso - Censo da Educação Básica 2012- dezembro 2012) .
                         Decreto Nº. 7611 de 17 de novembro de 2011, diz que é  dever do Estado garantir o sistema educacional inclusivo em todos os níveis e sem exclusões, bem como o atendimento Educacional Especializado para o público-alvo da educação especial, alunos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, para que sejam “eliminadas as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização” desses estudantes, mas o que na está nossa realidade é bem diferente, realmente está se fazendo a inclusão, mas não está se dando o apoio necessário aos profissionais que lidam com esses alunos diariamente nas escolas, nem os professores da sala regular, nem os de AEE, as sala de recurso são insuficientes para o quantitativo de alunos existentes, os materiais idem, muitas vezes para que o trabalho seja realizado minimamente  é preciso que os professores do AEE comprem seus materiais, não que nós não devamos ter nossos  matérias, mas não para esses materiais muitas vezes sejam os únicos que se tenham para trabalhar, pois é o que vemos na grande maioria dos casos, digo por experiência própria, a maior parte dos materiais com que trabalhos foram adquiridos por mim. E essa é realidade de outras escolas do meu município, pois alem de termos um números insuficientes de SRM, as que temos não está bem equipada, precisamos de muitos materiais  e até mesmo mobiliários. O AEE está no PPP da escola, mas os investimentos ainda deixam muito a desejar. É uma prática nossa realizar entrevistas com os pais  dos alunos e realizar formações com os  professores das salas regulares, durantes as aulas atividades, com a intenção de apoiar e esclarecer as dúvidas que esses professores possam ter   quanto aos trabalhos realizados na SRM. Ainda estamos engatinhando mas tenho certeza que as sementes estão sendo plantadas e que os frutos virão.                    

domingo, 9 de junho de 2013


Vantagens da Educação a Distância

Ana Claudia de Melo Lima Castro

Paulista-PE

29/04/2013

 

                   Com os avanços tecnológicos e a facilidade de acesso à esses meios a EAD vem crescendo em vários níveis de educação, inclusive nos níveis de graduação e pós graduação, pois consegue alcançar um número bem maior de pessoas de variadas localidades, que por vezes em cursos presenciais encontram dificuldades de participar. Dentre as modalidades de curso on-line há aqueles como Moran diz: “...cursos para poucos e para muitos alunos, cursos com pouca interação e com muita interação, cursos centrados no professor e cursos centrados nos alunos; cursos unitecnológicos e outros com múltiplas tecnologias” . e dentro deste contexto temos que fazer uma análise minuciosa, pois sabemos que muitos desses curso visam apenas a grande quantidade de participantes, não levando em conta uma eficiente proposta pedagógica. Mas a  EAD é um mecanismo educacional que se bem utilizado é muito eficiente, principalmente nos dias de hoje, quando o tempo é algo muito escasso, num curso on-line, pode-se se apropriar de algumas tecnologias que facilitarão muito o estudo, mas para isso se faz necessário também, um bom gerenciamento do tempo, e acima de tudo comprometimento, já que na maior parte do tempo, o aluno é o único responsável por essa administração, é claro que os professores utilizam alguns mecanismos de controle de frequência, mas é do aluno que tem de haver o compromisso, de cumprir o horários muitas vezes estabelecidos por eles mesmos. Mesmo com as muitas vantagens de um curso a distância, é necessário que haja alguns encontros presenciais, para se tenha uma interação mais pessoal e não se fique apenas no mundo virtual, “Não podemos perder de vista, a integração dos dois espaços – presencial e o virtual - e de fazer transições suaves entre ambos.”( Moran).

                 Nessa primeira experiência de EAD, estou com muitas expectativas, pois meus conhecimentos tecnológicos são limitados, mas espero que não só eu mas todos os colegas tenham muito sucesso.
Programas

Softwares, ferramentas e outros recursos de tecnologia assistiva